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    Endoscopia

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    Endoscopia

    A endoscopia digestiva alta é um exame feito por meio de um endoscópio, ou seja, de um aparelho composto por um fino tubo flexível – de aproximadamente um metro de comprimento – que possui luz própria, circuitos eletrônicos e uma microcâmera na ponta. Com ele, os médicos podem visualizar, diretamente ou em uma tela de vídeo, as partes internas do esôfago, do estômago e do duodeno. O endoscópio também permite a realização de procedimentos como a remoção de pólipos, hemostasias, correção de varizes, biopsias ou simplesmente a introdução de medicamentos no organismo, já que ele também permite a passagem de substâncias líquidas ou de pequenos instrumentos próprios para a coleta de tecidos.

    Como é feito

    Para que uma endoscopia seja realizada, o endoscópio é introduzido no paciente pela boca. Com auxílio da tela de vídeo, o aparelho é direcionado ao esôfago, estômago ou duodeno, permitindo que os médicos investiguem o que se passa no interior dos órgãos. Normalmente, uma certa quantidade de ar também é introduzida através do tubo endoscópico para facilitar a obtenção das imagens.

    O exame é simples e muito rápido – dura de 5 a 10 minutos. Caso o paciente adormeça logo após ser sedado, a realização do procedimento sequer é percebida. O tempo de recuperação é de 30 a 60 minutos e, por isso, é recomendável que endoscopias sejam sempre feitas por pessoas acompanhadas.

    Como se preparar

    A pessoa precisa realizar jejum para que a parte alta do tubo digestivo esteja completamente vazia. Isso melhora a capacidade de visualização no monitor e minimiza o risco de aspiração do suco gástrico para o pulmão. O paciente recebe algumas gotas de medicamento para gazes no momento do exame e, em seguida, deita-se de lado sobre uma maca. O uso de sedativo via intravenosa geralmente é realizado.

    Porque é necessário

    A endoscopia permite o diagnóstico direto de algumas patologias do trato digestivo alto (esofagites, gastrites, duodenites, pólipos, úlceras, tumores, hérnia de hiato), além de ajudar a complementar o diagnóstico de várias outras patologias dessa região do corpo.

    Efeitos secundários

    Normalmente, o exame é bem tolerado pelos pacientes e em geral não há nenhum tipo de efeito colateral. Pode ocorrer rouquidão em virtude da anestesia na garganta ou uma ligeira sensação de dor na região, em consequência do atrito com o tubo endoscópico. Contudo, ambas as situações passam rapidamente e não requerem intervenção médica. Aconselha-se que, no dia do exame, o paciente não dirija ou maneje equipamentos que possam feri-lo, já que, embora lúcido, seus reflexos ainda possam estar alterados.

    Diferenciais no HCor

    Diferente da maioria dos serviços de endoscopia oferecidos no mercado, o objetivo do HCor é que esses exames tenham o máximo de eficiência com o menor impacto possível na condição clínica ou no estado de saúde daqueles que são atendidos no hospital. Por isso, os pacientes são sempre acompanhados por anestesistas durante a sedação, mesmo quando passam pelos exames mais simples. Suas funções vitais, como pressão, oxigenação sanguínea, batimentos e ritmo cardíaco também são sempre monitorados. Ou seja, além da realização de todos os procedimentos de acordo com os preceitos máximos de segurança e conforto para o paciente, procura-se respeitar, em todo o tempo, as condições e necessidades específicas de cada indivíduo.

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