• HCor realiza procedimento minimamente invasivo para idosos | HCor | Hospital do Coração
    HCor realiza procedimento minimamente invasivo para idosos

    HCor realiza procedimento minimamente invasivo para idosos

    Técnica beneficia idosos a partir de 70 anos portadores de doença da válvula cardíaca

    O Serviço de Cirurgia Cardiovascular do HCor (Hospital do Coração) realiza procedimentos, para implante de prótese aórtica transcateter, em pacientes idosos. O objetivo desta técnica é beneficiar os pacientes de elevado risco cirúrgico a terem uma recuperação mais rápida e efetiva, em relação a cirurgia convencional, com um procedimento minimamente invasivo.

    Segundo a cirurgiã cardiovascular do HCor, Dra. Magaly Arrais, este procedimento também é indicado aos pacientes que já realizaram procedimentos cardíacos anteriores na valva aórtica (que separa o ventrículo esquerdo da aorta). “O implante da prótese aórtica transcateter foi desenvolvido como alternativa terapêutica menos invasiva aos pacientes com contraindicação ou risco elevado para cirurgia convencional, bem como em pacientes idosos, com doenças associadas e submetidos à cirurgias cardíacas previamente. Este procedimento irá recuperar a função da válvula cardíaca comprometida”, explica a cirurgiã cardiovascular do HCor.

    A disfunção de próteses biológicas em posição mitral pode acometer pacientes em faixa etária elevada com doenças associadas, o que torna o caso mais grave. “Em decorrência deste quadro e, para evitar cirurgias de reoperações demoradas e com maior risco para os pacientes, o HCor está realizando procedimento minimamente invasivo transcateter com duração, em média, de até duas horas, com menor tempo de internação e melhora significativa da qualidade de vida destes pacientes”, esclarece.

    A seleção do paciente e o planejamento do procedimento são realizados por uma equipe médica capacitada e treinada. “Como o procedimento é bem menos invasivo, o risco é menor e a recuperação mais rápida. Entretanto, os pacientes idosos com estágios avançados da doença podem apresentar complicações clínicas. Estes pacientes com doença valvar sintomática e elevado risco cirúrgico, são beneficiados por meio desta técnica”, finaliza Dra. Magaly Arrais.

    Unidades