Exemplos de superação



Patrícia Fonseca e Sabrina ParlatorePatrícia Fonseca e Sabrina Parlatore:
tratamentos bem-sucedidos

A doação de órgãos e tecidos é um ato de amor. Mais do que isso, propicia tratamento de doenças e ajuda a salvar vidas. De acordo com o Sistema Nacional de Transplantes (SNT), setor do Ministério da Saúde responsável pelo controle e monitoramento de transplantes de órgãos, tecidos e partes do corpo humano realizados no Brasil, mais de 40 mil pessoas atualmente estão na fila aguardando uma doação.

Existem vários critérios de prioridade dentro das necessidades de transplantes de acordo com o regulamento do SNT, porém, em primeiro lugar, sempre é preservado o direito à vida. Foi seguindo essas diretrizes que a vida da economista Patrícia Fonseca começou a renascer.

Diagnosticada com uma grave cardiopatia congênita que enfraquece o músculo cardíaco, nos primeiros dias de vida, Patrícia cresceu e conviveu com diversas limitações, por 30 anos, até receber um novo coração. Hoje, leva uma vida super ativa e pratica triatlo. Essa história de superação é tema da matéria de capa desta edição.

Outro grande exemplo retratado nas páginas a seguir é o da apresentadora Sabrina Parlatore, que descobriu um câncer de mama aos 40 anos. Após uma cirurgia que retirou um quarto da mama, 16 sessões de quimioterapia e 33 de radioterapia, feitas no HCor, conseguiu superar a doença. Grande parte do êxito do tratamento deve-se à descoberta precoce do tumor.

Após o episódio, Sabrina compartilha sua experiência em campanhas como o Outubro Rosa, instituído como o mês internacional do combate ao câncer de mama, que de acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), em 2017 registrará mais de 57 mil novos casos no Brasil.

Outro destaque desta edição é a entrevista com um dos quatro brasileiros com produção científica de maior impacto no mundo, de acordo com a consultoria Thomson Reuters, Dr. Álvaro Avezum, que há 30 anos participa de estudos mundiais multicêntricos na busca de comprovações e soluções na área da cardiologia. Entre as principais descobertas: a possibilidade de prevenção de 90% dos riscos de infarto e AVC.

Também nesta área, uma reportagem destacando os 10 anos do Instituto de Pesquisa HCor, dirigido pelo Dr. Otávio Berwanger, que desempenha um papel de liderança no desenvolvimento da saúde pública no Brasil. Nesse período o Instituto de Pesquisa HCor totaliza 33 estudos, parcerias com mais de 15 países em quase todos os continentes e mais de 55 mil pacientes incluídos nos projetos desenvolvidos, também, por meio do Programa de Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (PROADI-SUS).

Esta edição traz também uma matéria sobre os riscos da automedicação. De acordo com uma pesquisa feita pela Associação Brasileira da Indústria Farmacêutica (Abifarma), 80 milhões de pessoas tomam remédios sem consultar um médico.

Ainda sobre prevenção, saiba mais sobre a importância de uma boa noite de sono para evitar distúrbios que podem desencadear sonolência, dificuldade de concentração e irritabilidade, além de problemas cardiovasculares e neurológicos. A relação entre diabetes e doença cardiovascular também é destaque desta edição. Apesar de 12% da população brasileira ter diabetes tipo 2, diretamente associada à obesidade, a doença pode ser prevenida e controlada.